banner_dominicanas1 banner_dominicanas2 banner_dominicanas3 banner_dominicanas4 banner_dominicanas5 banner_dominicanas6 banner_dominicanas7

O Grito dos pobres

  • É o grito estrangulado de bebés que não podem vir à luz, de crianças que padecem a fome, de adolescentes habituados ao fragor das bombas em vez de o ser à algazarra alegre dos jogos.
  • É o grito de idosos descartados e deixados sozinhos.
  • É o grito de quem se encontra a enfrentar as tempestades da vida sem uma presença amiga.
  • É o grito daqueles que têm de fugir, deixando a casa e a terra sem a certeza dum refúgio.
  • É o grito de populações inteiras, privadas inclusive dos enormes recursos naturais de que dispõem.
  • É o grito dos inúmeros Lázaros que choram, enquanto poucos epulões se banqueteiam com aquilo que, por justiça, é para todos.

 

A injustiça é a raiz perversa da pobreza. O grito dos pobres torna-se mais forte de dia para dia, mas de dia para dia é menos ouvido, porque abafado pelo barulho de poucos ricos, que são sempre menos e sempre mais ricos.

Perante a dignidade humana espezinhada, muitas vezes fica-se de braços cruzados ou então abanam-se os braços, impotentes diante da força obscura do mal. Mas o cristão não pode ficar de braços cruzados, indiferente, nem de braços a abanar, fatalista! Não...

O crente estende a mão, como Jesus faz com ele. Junto de Deus, o grito dos pobres encontra guarida, mas em nós? Temos olhos para ver, ouvidos para escutar, mãos estendidas para ajudar? «Nos pobres, o próprio Cristo como que apela em alta voz para a caridade dos seus discípulos».

Pede-nos para O reconhecermos em quem tem fome e sede, é forasteiro e está privado de dignidade, doente e encarcerado (Mt 25, 35-36).

O Senhor estende a mão: é um gesto gratuito, não devido. É assim que se faz. Não somos chamados a fazer bem só a quem nos ama. Retribuir é normal, mas Jesus pede para ir mais longe (Mt 5, 46): dar a quem não tem para restituir, isto é amar gratuitamente (Lc 6, 32-36).

Consideremos os nossos dias: entre as muitas coisas que fazemos, alguma é de graça? Fazemos algo por quem não tem com que retribuir? Tal há de ser a nossa mão estendida, a nossa verdadeira riqueza no céu.

Estendei-nos a mão, Senhor e agarrai-nos. Ajudai-nos a amar, como Vós amais. Ensinai-nos a deixar o que passa, a encorajar quem vive ao nosso lado, a dar gratuitamente a quem está necessitado. Amén.

Retirado da homília do Papa Francisco para o Dia Mundial dos Pobres

 

Encerramento das comemorações dos 100 anos Congregação

"O 7 de outubro foi, de facto, um dia GRANDE para as Missionárias Dominicanas do Rosário, pois nesse dia tiveram, na Igreja da Buraca e no Seminário de Nossa Senhora de Fátima, em Alfragide, a GRANDE Celebração de encerramento dos 100 anos da fundação da Congregação.

Por esse motivo foram muitos e bonitos os testemunhos recebidos. Como expressão dos mesmos partilha-se o da Fátima Alves, que faz parte do Grupo LEIGOS EM ASCENSÃO (LEA) e que no dia seguinte, logo bem cedo, escreve ao Grupo, o seguinte:

“Que dia liiiiiiiindo o de ontem. 

Nós (do Porto) estamos exaustas. A viagem foi cansativa e o facto de ter sido num domingo não ajuda. Mas valeu TANTO a pena!

Como é que com coisas tão simples se  proporciona um dia tão fantástico?!?

A Eucaristia foi maravilhosa. De facto, a festa africana ajuda a que nem sintamos o tempo a passar. 

A homilia foi espetacular. Que palavras lindas e sábias! ("Deus só quer que sejamos felizes!")

O almoço foi top e a tarde... Bom, sem palavras.

Foi tudo tão, tão bom!

Irmãs, estão mesmo de PARABÉNS!

Foi uma honra poder partilhar o dia de ontem convosco.

Quanto aos LEA, embora com muitas ausências, acho que estivemos bem representados! E até o nosso Hino se ouviu. Que orgulho!

Em breve, estaremos juntos e poderemos partilhar memórias deste dia do encerramento do Jubileu.”

Fátima

 

Jovens e Maria

Num contexto de testemunho e de mensagem durante a peregrinação a Fátima da Família Dominicana e do Rosário, foi-me atribuída a tarefa de partilhar, em algumas palavras, um pouco da minha visão daquela que é a relação dos jovens com Maria.

Continuar...

Regressar à missão

A vida é um desafio permanente que percebemos com só o estar atentas e escutá-la. No meu regresso à missão de um lado e de outro, de diferentes formas e com expressões variadas, me foram chegando algumas perguntas.

Continuar...

“O Caminho que é Nosso”!

“O Caminho que é Nosso”! Apetece-me acrescentar: “O Caminho que é Nosso e (também) do 6 de Maio”. Na verdade nem a Equipa d´África era exatamente o que é, sem o Centro Social 6 de Maio, nem este era o que é, sem a Equipa d ´África”. Haverá exagero? Vejamos:

Dos 20 anos de história que agora se celebram e que são motivo de muita alegria e de festiva ação de graças, 18 anos, ou no mínimo 17, o Centro Social teve a sorte e a alegria de  acolher a Equipa d ´África, durante um fim de semana, além da ação de muitos Voluntários/as que, despertos por esses dias aqui passados, se ofereciam para colaborar. Fomos, ainda, bastantes vezes, chamadas a ir falar dos Bairros, ou de realidades de interesse para os Jovens, o que era sempre motivo de alegria e de reencontro.

Beneficiamos de muita ajuda, alegria, criatividade, e entusiasmo jovem.

Deixam muitas saudades as celebrações da eucaristia dominical, que animavam com vários instrumentos musicais, belos cânticos, cartazes, gestos simbólicos e ...

De tal maneira a população dos Bairros desejava e esperava esse fim de semana, que meses antes da sua vinda, já começavam a perguntar se nesse ano não vinham. É que a hospitalidade, a festa, a música, o convívio com o Bairro, assim como o lanche que as famílias que os acolhiam preparavam, deixavam “marcas” lindas que não se apagam.

Como era bonito, também, ver as crianças, em ambiente de festa, que participavam nos Jogos, preparados e orientados pelos jovens, a percorrer, também, com eles, as ruelas estreitas e labirínticas dos Bairros.

Falando mais da minha experiência pessoal, sinto-me com sorte o ter podido acompanhar e testemunhar como a Equipa d ´África foi evoluindo, e/ou retrocedendo, ao longo destes anos, na sua forma de se organizar, no seu número, nas suas expressões, contacto com as pessoas dos Bairros, nas lideranças…Também era notório e compensador ver, cada ano, como cada Grupo, em geral, chegava aqui ao Centro Social, visivelmente  admirado, tímido, pouco expressivo, até porque também ainda pouco se conheciam entre si - exceto os que tinham participado nos anos anteriores -, e como no final era visível  a alegria, as amizades criadas durante esses dias, os abraços e despedidas intermináveis do final…

Não posso, ainda, deixar de mencionar como nós também beneficiamos do carinho e  amizade de alguns dos Sacerdotes Assistentes da Equipa, que vinham ao Centro, sobretudo para Celebrar a Eucaristia do Domingo.

Muitas vezes dizia e muitas mais pensava, que era e é admirável e exemplar como a Equipa, constituída só por Jovens e para Jovens, conseguia organizar-se e funcionar tão bem…E a prova está à vista…Já são 20 anos! E os frutos são bons, concretos e abundantes! PARABÉNS! Parabéns, Pedro Salgueiro, Parabéns Jovens que a integraram, Parabéns aos Responsáveis, Parabéns pela Missão tornada vida, Parabéns pelos 20 anos…

E, ainda, um grande OBRIGADO por terem escolhido o Centro Social 6 de Maio para fazer parte de vós, e…FELICIDADES para o futuro.

Ir. Deolinda Rodrigues
Centro Social 6 de Maio
Missionárias Dominicanas do Rosário

 

Paz Escolar no Jardim Flori

Nos últimos anos, nas escolas, temos assistido ao aumento de situações de conflito entre pares. De igual modo, as brincadeiras e as interações das crianças, no recreio, tendem a ser revestidas de uma maior agressividade e violência.

Continuar...

Fotogalerias

Bairro 6 de Maio
Casa Provincial
Colégio Flori
Exposição missionária
Festa padroeiro
Moçambique
Peregrinação Fátima
Porto
Retratos de Família
Semana Santa Moçambique