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Oração para o centenário da Congregação

Damos-te graças Pai de misericórdia
pelos cem anos de entrega
e compromisso missionário.
Damos-te graças Senhor da História porque nos convocas como irmãs em comunidade,
para anunciar a Boa Notícia de Jesus
aos povos da terra.

Damos-te graças Espírito Santo pelos nossos Fundadores
Fr. Ramón Zubieta e Beata Ascensión Nicol,
por teres acendido neles o amor e a compaixão
pelos povos da selva peruana.
Damos-te graças porque nos convidaste
a continuar a sementeira,
tecendo laços de fraternidade universal,
construindo rotas de comunhão e esperança,
caminhos de justiça e de paz.

Hoje, Te pedimos Pai
por toda a nossa Congregação
e por todos os irmãos e irmãs
com quem partilhamos o sonho de Jesus
de um mundo mais humano, fraterno e solidário.
Ajuda-nos a continuar fiéis ao Carisma que Tu nos confiaste, respondendo aos novos desafios,
nos lugares onde a vida clama.
Maria, Mãe do Senhor e Mãe do Rosário,
discípula do amor, memória da fé,
rogai por nós. Amén.

«Fidelidade à população»

Lisboa |BAIRRO 6 DE MAIO, NA AMADORA  

Vivendo em barracas “por opção”, fizeram “pontes”, foram o “rosto da Igreja” e da “caridade” nos bairros degradados da Amadora, durante mais de 40 anos. Atualmente, as Irmãs Missionárias Dominicanas do Rosário acompanham as últimas famílias do Bairro 6 de Maio, que aguardam realojamento, e alertam para o “drama humano” que a droga gerou.

 

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AS PERGUNTAS CONTÊM TESOUROS

Que buscais? Jo. 1,38

Um ditado hebreu conta que ao princípio Deus criou o sinal de interrogação e depositou-o no coração humano. A imagem do relato evoca o símbolo da PERGUNTA: um frasco selado, fechado que se há-de amar e abrir com cuidado.

As PERGUNTAS encerram tesouros, abrem revelações. Parte do camino a recorrer estos dias, é responder à provocação de Deus e deter-nos a ESCUTAR a um Deus que interpela. Não interrogar ao Senhor, SENÃO DEIXAR-NOS QUESTIONAR POR ELE.

A Ir. Káttia Montezuma, convida as irmãs que se encontram a fazer retiro em Lisboa, na última semana de julho, a fazer silêncio, para que possam apreciar as perguntas que Jesus hoje faz pessoalmente a cada uma. No silêncio profundo, as perguntas de Jesus podem desprogramar-nos, mas convidam-nos, simultâneamente a ser protagonistas na resposta.

Festa 2017

O Senhor Cardeal Patriarca, Sr. D. Manuel Clemente, presidiu à Eucaristia da Festa do Centro e do Bairro 6 de Maio, no passado dia 2 de julho. Este ano esta tinha um significado muito especial, pois era a 25ª Festa em honra do Padroeiro, S. Domingos de Gusmão, e da celebração da independência de Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe, e ocorreu num momento em que o Bairro 6 de Maio, se encontra numa situação muito avançada de demolição/realojamento e inundado de tráfico e consumos de estupefacientes.

A presença amiga, simples, próxima e cheia de simpatia do Sr. Cardeal, para não falar da conhecida sabedoria e oportunidade da sua reflexão e partilha, “marcaram” positivamente a nossa Festa e foram muitas as pessoas que o afirmaram e repetiram. Obrigado, Senhor Patriarca!

É, ainda, de salientar muitas outras presenças e aspetos que deram “um não sei quê” de alegria especial a esta Festa: a presença de muitos Amigos, Colaboradores, Voluntários, de pessoas ex-residentes destes “nossos” Bairros, a presença dos Representantes da Embaixada de Cabo Verde, do Alto Comissário para as Migrações, da Câmara Municipal da Amadora e da Junta de Freguesia da Falagueira/Venda Nova; os cânticos, nos diferentes momentos da Eucaristia, a cargo dos Jovens de Shoenstatt/6 de Maio, Capelania Africana, Equipa d ´África e GASNova; o realce festivo, ao estilo africano, dado ao cortejo de entrada para a Celebração,  à Entronização da Palavra, ao Ofertório, ao suspense para se conhecer os novos Juízes da Festa do próximo ano, e à Consagração a Nossa Senhora, unindo-nos, assim, à celebração dos 100 anos das Aparições de Fátima, momento em que também se distribuíram os Terços que o Santuário de Fátima nos ofereceu, precisamente para esta FESTA e que muito agradecemos; a abundante e magnífica partilha para que o almoço fosse mesmo de festa e com forte sabor intercultural; a tarde cheia de dança, de grupos, de música. Foi, verdadeiramente, um “dia cheio”, um dia de festa.

Ir. Deolinda Rodrigues

 

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