
Tal como estava programado, realizou-se a viagem a Caleruega, Espanha , a terra onde nasceu S. Domingos de Gusmão, nos passados dias 16, 17 e 18 do mês de Abril.
O sentir unânime de todos os que participaram foi de que tinha sido MUITO BOM. Houve, contudo algumas penas: o não ter podido ir mais gente do GRUPO LEA – Leigos em Ascensão – de quem partiu a iniciativa e a organização. O ter sido tão pouco tempo. O chegarmos demasiado tarde a Vilar Formoso e já nem nos ter sido possível jantar. Algum mau estar (dor de dentes e alergia) que afectou alguma que outra pessoa.
Ia a pôr nas “penas” o ter sido um grupo pequeno, (18+ o Chofeur, que era um jovem simpático e que participou em tudo, como se toda a vida fizesse parte do Grupo!), mas não pus, porque me parece que isso foi mais uma vantagem que desvantagem.
Que aspectos positivos posso salientar, como mais marcantes, uma vez que foram tantos, tantos?
Começo pelo ambiente e vivência dentro do autocarro, dentro do qual passamos muitas horas: viveu-se um verdadeiro espírito de família e a integração de todos, incluindo alguns mais jovens, que participaram numa actividade nossa, pela primeira vez.

Houve momentos de convívio, de jogos, de oração e partilha intensa, profunda.
Na avaliação final vários destacaram como momentos especiais as Vésperas em S. Domingos de Silos, a Vigília que se fez junto ao Poço, que assinala o local de nascimento de S. Domingos e a Missa de Domingo. Além do Presidente da Celebração ter falado muito bem, o ambiente de e em Família Dominicana, era palpável e envolvia-nos. O Grupo de Portugal foi chamado a sentar-se no coro junto às Monjas e isso foi algo que tocou a muitos de nós.
O acolhimento que recebemos por parte dos Frades, das Monjas e das irmãs que prestam serviço em Caleruega foi muito bom. Eu, que tenho ido muitas vezes a Caleruega, vi algumas coisas que nunca tinha visto, como o Museu, por exemplo.
Admiramos muito o gosto, a arte, a maneira como a casa está posta, arranjada e ornamentada.
Também em Salamanca isto nos chamou muito a atenção, quando visitamos parte do Convento de San Estéban.
Havia, sem dúvida, “mão” e gosto de artistas, de historiadores, de teólogos, de dominicanos…
Toda a gente veio com muito mais conhecimento mais carinho e amor a S. Domingos.
Foi tão bom que todos tínhamos vontade de continuar ou de voltar no dia seguinte. A despedida custou!
Deolinda
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